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Entre o ‘joystick’ e as chuteiras: carioca de 9 anos larga o FIFA para focar na carreira de jogador de futebol

carioca de 9 anos larga o FIFA para focar na carreira de jogador de futebol
Carioca de 9 anos larga o FIFA para focar na carreira de jogador de futebol

No Brasil, a imensa maioria de meninos sonha em ser jogador de futebol. Hoje, com a evolução dos games, alguns veem no e-sports a chance de brilharem nos grandes times do planeta recebendo salários robustos. O francês Paris St-Germain, dos craques Neymar e Mbappé, por exemplo, investe em jogadores profissionais de FIFA, League of Legends (LoL), Dota, entre outros. No Brasil, times como Flamengo, Corinthians e Santos possuem equipes de LoL e Free Fire.

O carioca Arthur Meneses da Silva, de apenas 9 anos de idade, se viu recentemente entre as chuteiras e o “joystick”. Habilidoso tanto com as bolas nos pés quanto controlando personagens famosos do futebol no FIFA, o aspirante a lateral esquerdo precisou decidir qual carreira deveria seguir. Ele optou pelo futebol. Fã do lateral Marcelo, do Real Madrid, ele é ala esquerdo no Barra Futsal, que disputa o campeonato carioca da modalidade.

“Eu sempre gostei muito de futebol. Comecei na escolinha com quatro anos. Mas gosto muito de jogar FIFA também. Queria ser jogador de futebol e ‘pro player’ de FIFA, mas preciso de tempo para estudar. Meu pai pediu para eu decidir o que eu quero ser e eu quero ser lateral esquerdo igual ao Marcelo”, explica o canhoto Arthur.

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Pai de Arthur, o ex-jogador Alan dos Santos chegou a jogar bola no passado, mas optou por seguir o caminho do empreendedorismo. Hoje empresário do ramo de análise de sistemas, ele deixou o filho livre para decidir qual carreira seguir, mas não esconde que ficou bastante feliz com a decisão do garoto.

“O papel do pai é identificar o talento do filho e incentivar caso haja. Identifiquei que o Arthur tem uma perna esquerda muito potente, habilidosa, então, mesmo muito novo, eu já o coloquei numa escolinha. Hoje ele é federado pelo Rio de Janeiro e tem em mim a sua maior torcida. Meu papel, assim como de todos os pais, é incentivar o filho”, conta Alan.

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